domingo, 27 de maio de 2012

Me dá um abraço?

Muitas pessoas com quem convivo não devem entender o motivo de eu pedir/dar abraços. É verdade que é um habito um tanto estranho hoje em dia, mas na verdade é mais simples do que parece.
Vejamos um abraço hoje em dia é uma coisa super estimada. Hoje existe até mesmo a terapia do abraço.

Muitas pessoas hoje não gostam de dar abraços, dizem que é uma coisa estranha, entendem isso até mesmo como uma afronta, e quando o fazem é de forma relutante, e muitas vezes mal humorada, mas um abraço acaba com qualquer mal humor, e o que parece estranho, muitas pessoas hoje em dia gostam de estar mal humoradas, e ainda ficam brabas quando se pede/dá um abraço.

Mas a questão é: 
por que de um abraço? por que não um beijo ou um aperto de mão? ou apenas algumas palavras de que tudo vai dar certo? 

Pelo simples fato de certas coisas serem ordinárias.
Um beijo hoje pode ser conseguido em qualquer lugar, e qualquer um pode dar um beijo, mas ao mesmo tempo o beijo pode ser vazio e por isso perde o sentido. O aperto de mão hoje é tão comum como o bom dia, e de bom dia, já basta o do porteiro. Para que falar, se hoje em dia mal temos tempo de ouvir, e os que ouvem não escutam. Mas já um abraço, esse pode ser sincero, ele chama a tua atenção independente de onde a tua cabeça esteja, ele pode te transmitir coisas boas, e tornar o teu dia, ao menos, mais suportável em certos momentos. Ele nos dá a certeza e a força que necessitamos de ir em frente, pelo menos naquele dia, pelo menos naquele momento. 

Portanto um abraço sempre pode ser dado nas melhores ou nas piores situações aquele abraço que não precisa ser dito nada, nem antes nem depois, mas que no final ele fala muito, sem ter dito nada...

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Mulheres...

Tem um frase popular que diz assim:

"Mulheres, não podemos viver com elas, e não podemos viver sem elas."

Verdade em parte. Eu como amante de mulheres, as aprecio, muitas vezes mais do que deveria, e não tanto quanto eu gostaria.
Não consigo achar o que as torna tão fascinantes, e nem mesmo como entende-las.

Mas como já dito:

"O ser humano pode viver 99 anos e ser totalmente previsível, mas nos últimos instantes, ele ainda pode te surpreender de formas que tu não imagina."

E não poderia ser diferente com as mulheres. Tudo que eu mais tenho visto ultimamente, são mulheres, "de todas as cores, e de várias idades e muitos sabores" e o tempo é relativo...


Nesses últimos seis meses estava com uma guria, e mesmo depois desse tempo, ela consegue me surpreender, da pior forma possível. Parece lamentável escrever isso nesse blog, nessas linhas mal escritas, mas não há de ser nada.
Mas por um outro lado é bom. Certa feita um sábio disse que era cem vezes melhor se decepcionar com uma pessoa, por que ai tu iria para de se enganar com essa pessoa.
Por seis meses, eu me tornei cego, e consegui deixar de ser imparcial. Essa é a minha lastima. Isso é o que eu mais estimo a perda.

Hoje todos os meus planos acabaram, e nada mais me resta, nem mesmo mulheres, pois agora eu me pergunto, se cultivar algo com as que eu tenho hoje realmente vale a pena, ou se eu devo seguir só por que só me resta esperar...


F.F.Y.

domingo, 20 de maio de 2012

Coisas do Passado

E faz tempo que não tenho uma fonte de inspiração pra poder escrever aqui, nessas linhas mal boladas, e com todos os meus erros, sem falar nos de português claro.

Certo tempo passado, me deparei com algumas pessoas, algumas bem interessantes, e outras nem tanto. Cada pessoa é um quebra cabeça, um novo desafio, um enigma ao menos empolgante. Em uma palavra fascinante.Conheci uma pessoa, e quando falo conhecer me refiro conviver com ela.

E nós conversamos muito, e eu como um amante de uma boa conversa, conversei com ela. E notei nela uma grande tristeza, uma grande dor, um grande incerteza, insegurança e duvida com relação a vida. Notei que ela não consegue lidar consigo mesma. Sei que todos nós somos assim, mas alguns tem essa característica de forma mais acentuada, e por muitas vezes ter isso intensificado, acaba por nos prejudicar, pois um sentimento mal trabalhado, não gera uma experiência saudável para nós, e assim vai nos consumindo, e com o tempo como todos os nossos demônios ele acaba por nos consumir por completo até que não sobre nada além de amarguras, e é triste, sendo que eu já vi um amigo assim uma vez.
Após passadas algumas semanas, ví que ela não conseguiu ainda superar todos os fatos que aconteceram com ela, infelizmente. E involuntariamente ela, como todos nós, cultiva alguma coisa parecida, pois seus sentimentos e pensamentos ambos ainda são confusos à ela, e ela reprime eles por não saber como lidar com eles, e isso não é uma boa forma de lidar com tristezas passadas e acaba fazendo-lhe mal, pois depois de muito tempo reprimindo essa caixinha com todas esses sentimentos,  vai acabar expandindo.

Certa feita foi perguntado a um filósofo quem ele era. E ele respondeu essa simples pergunta difícil assim:
"Eu sou a soma de todas as minhas experiências...."

Uma resposta no mímino coerente.
Pois se nós somos a soma de todas as nossas experiências, eu me pergunto que tipo de experiências e sentimentos temos cultivado, colocando de uma forma melhor, quem somos nós? sera que já viajamos para dentro do nosso interior? Digo, já paramos para fazer uma auto-análise e ver o que estamos cultivando?
Seguindo uma linha de lógica, nós exteriorizamos quem somos por dentro, então ver nossas ações seria uma boa forma de ver o cultivamos e o que está crescendo em nós, dessa forma vemos o que somos hoje e quem estamos nos tornando. E também pergunto para onde estamos indo.....

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A simbiose de certos relacionamentos


Hoje enquanto refletia, na verdade enquanto bebia cerveja e via o sol se por e descansava um pouco os pés, pensava em um conhecidos cujo estão namorando.

E vi que a maioria dos relacionamentos deles alem de serem prejudiciais a saúde, são sempre muito simbióticos, pois apresentam muitos hábitos que fazem mal não só ao relacionamento, mas também ao corpo e a mente da pessoa, fico pensando nas consequências que físicas que isso pode causar em ambas as partes. Existe um dito antigo que fala: "Mente sã, corpo são." a ciência hoje em dia comprova que a mente estando equilibrada o corpo fica isento de doenças, mas se a mente estiver conturbada, e se a pessoa estiver com sérios problemas emocionais causados por um desequilíbrio vindo de um relacionamento, por exemplo, fico imaginando que tipo de doenças pode causar em uma pessoa...

E o problema é que esse tipo de ferida, esse tipo de cicatriz, elas não são fáceis de serem curadas, muito menos mascaradas. Na série Two and the half men tem um episódio quando Jake bebe um baita porre, e no final enquanto Jake ta vomitando e com a cabeça  apoiada no vaso, Charlie diz pro Jake que alcool é veneno, e Jake pergunta, a charlie o porque que ele bebia, Charlie responde com um frase um pouco cômica e ao mesmo tempo triste: "porque tem coisas dentro de mim que eu quero matar..."

Sempre depois de relacionamentos conturbados e simbióticos, como esses, temos essa "coisa" dentro nós que foi criada com o tempo,  da qual queremos matar, afogar, queremos nos livrar delas, mas simplesmente ignoramos elas, deixamos ela lá, parada, no canto dela, nos consumindo a cada dia, até que um dia , ela resolve se manifestar, e quando se manifesta, tornando a pessoa instável e frágil como antes...

Portanto,  se for começar um relacionamento novo, procure não buscar velhas características nas pessoas novas, pois provavelmente elas são iguais às pessoas que nos causaram essa feridas....

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Adeus.....

    Hoje na rua caminhava e ví dois amigos conversando, rindo, um mechendo com o outro.
Em um instante eu ri, mas no seguinte fiquei mal, pois ví que não tenho algo assim, percebi que não tinha alguem assim.
    Algumas quadras a frente ví um casal de namorados, estavam felizes, dava de ver que realmente se gostavam, fiquei por feliz por eles num instante, mas triste no outro, pois acho que nunca vou ter algo assim pra mim.


Mais tarde em casa me senti um poco feliz, e quis muito contar pra um amigo, quando peguei meu celular ví que não tinha ninguem nele, ninguem com quem poderia compartilhar essa alegria.
Horas mais tarde me senti triste e queria conversar com alguem, quando peguei meu celular e ví que não tinha ninguem com quem falar fiquei mais triste ainda.

Oscar Wilde disse que cada um nos dentro de sí possui um ceu e um inferno, a minha definição de inferno é proximidade sem intimidade....

Sinceramente hoje não sei se as palavras que selavam laços eram verdadeiras, nãi se tinham algum sentido, mas como vejo agora parece que tudo foi o momento. Nada dura pra sempre, e o pra sempre, sempre acaba. E quando acaba a sensação não é nada boa....

Vivo hoje meu inferno sozinho, sem ninguem do meu lado, me sinto triste, me sinto só e já esperei tempo demais, ja procurei tempo demais, já lutei por alguma coisa tempo demais e não sei mais se as pessoas valem a pena, não sei mais se eu valho a pena, e agora só e sinceramente não sei por mais quanto tempo consigo levar essa situação.


Era só, termino aqui estas linhas tão mal escritas.....

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Em certos dias....

Em certos dias me pergunto o porque que me sinto sozinho....





Semanas atrás ouvi de uma pessoa que conviveu comigo dizer que sou uma pessoa muito fechada, ela reclamou disso em mim, disse que por mais que ela tivesse perto de mim, ela se sentia distânte ao mesmo tempo, disse que não conseguia transpassar essa barreira que impus e que ninguem passava.
Ela me disse a seguinte frase: "Estar perto não é físico".



Fico pensando: é normal do ser humano compartilhar experiencias já vividas? Seria normal duas ou mais pessoas sempre se abrirem, expor seus problemas de tal forma que acabam por ficar expostos? Seria, se fechar demasiadamente um problema, que algumas pessoas tambem sofrem?
Sera que compartilhar experiências, situações difícies do passado ou do presente, criam laços? E sera que esses laços criados são mais fortes que os laços criados por afinidade?

Por uns 3 anos, estudei sobre comportamento, o porque que uma pessoa pensa da maneira que pensa, porque ela faz o que faz, lí inumeros livros de linguagem corporal, pra entender melhor o que as pessoas diziam, mas com isso acho que acabei me tornando inexpressivo, e deixei passar tambem as melhores coisas, apenas pra saber como lidar com elas, mas hoje eu paro um instante e penso, sera que eu me conheço no final das contas? Acho que nesse tempo eu cuidei mais a moldura do espelho do que o próprio espelho.

Sera que por tanto tempo viví em um "universo paralelo" que hoje não sei mais como voltar pra vida de antes? Sera que depois de tanto tempo estudando comportamentos, eu não "deixo mais as coisas rolarem /acontecerem" como me disse uma formiga atômica esse ano?
Sera que não sei mais me relacionar extrapessoalmente?


Sera que relaxei de forma demasiada nesses ultimos anos?

F.F.Y.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Se conhecer....

Realmente o ano de 2011 foi muito incomum como quando comparado com os outros.
Em 2011 eu percebi muitas coisas sobre mim( "mim" não faz nada o tarzan!), como os meus defeitos. Me dei conta de defeitos, que até então se estavam adormecidos, se manifestaram? ou eles estavam sempre presentes comigo? e se foi por agora que tomei conhecimentos deles? tambem não sei se sãos piores ou os mais brandos. Mas tenho certeza que a mudança é inevitável. Ela tem ocorrer, mas as vezes me pego pensando se eu piorei de uns anos para cá, ou será que eu simplesmente parei de me conter? será relaxei nesse aspecto?
Certo tempo atrás ouvi uma pessoa dizer que, uma pessoa boa é reconhecida pela força que ela faz para conter seus defeitos, suas imperfeições, seus impulsos. Isso faz com que eu me questione.
Sera que tenho me tornado uma pessoa má?

Será que nosso pior lado seria como um animalzinho, e toda vez que a gente deixa ele "sair", se manifestar, ele se alimenta, ganha força e isso torna mais difícil de contê-lo?

Sera que tudo que viví até hoje eu esqueci? será que todas as lições que eu tirei da vida foram perdidas, ou simplesmete esqueci com o tempo? Não culpo os outros, nem as pessoas com as quais convivo fora de casa, pois eu sou minha inteira responsabílidade.
Mas eu gostaria de saber o que elas pensam de mim. Gostaria de ter o conhecimento do que as pessoas pensavam de mim alguns anos atrás e comprar com o que elas pensam hoje em dia, isso seria uma boa margem de comparação para ver em quais aspectos eu piorei, e em quais eu melhorei. E SE melhorei.



Deixo esses meus questionamento à vocês.....



-Felipe F. Younan